terça-feira, 28 de junho de 2022

Magali: " no frio "

Sinopse: Dia 21 de junho começou o inverno  no Brasil  e então  mostro uma história em que  a Magali não  parava de comer no inverno dando trabalho para seus pais. Com 11 páginas, foi história de abertura da revista da Magali, publicada da década de 90.

💬 Publicada originalmente na revista da Magali:
💬 n°108
💬 Editora Globo, ano de 1993.

História bem engraçada com Magali pensando em comer o tempo todo no frio, se tornando insuportável até para a Mônica. Tem ideia que a gente come mais no frio, sendo que com Magali a intensidade é maior ainda que o normal dela. 

Muito divertido Magali comer sem parar sem dar descanso para mãe, precisando o pai fazer hora extra para pagar as contas da alimentação, dando prejuízo aos pais. Curioso como que com o dinheiro ela consegue comer tudo aquilo na rua, os pais gostavam de dar dinheiro para ela, eles são meio que culpados pela gula da Magali. 

Capa Magali n° 108 ( Ed: Globo 1993)












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domingo, 26 de junho de 2022

Chico Bento em : "Parece Outro"

Sinopse: A história de hoje foi Publicada originalmente em 'Chico Bento Nº 65' (Ed. Abril, 1985) e escrita pelo Mauricio de Sousa, com 15 páginas, a história "Parece Outro" é um clássico da MSP. 

A começar pela capa que faz alusão à história, coisa que não era muito comum na época. Só em histórias importantes que mostrava a história de abertura nas capas dos gibis da Editora Abril, com exceção da revista do Cebolinha.

💬 Publicada originalmente na revista do Chico Bento:
💬 n°65
💬 Editora abril, ano de 1985.


Capa, Chico Bento n° 65 - Ed: abril ano de 1985

Para quem não leu, a história "Parece Outro" mostra um Chico diferente após acordar numa certa manhã. Ele acorda, pela manhã, e não reconhece os próprios pais. Ele começa a falar português corretamente e estranha os próprios pais e a casa onde mora. Os pais ficam assustados vendo o filho daquele jeito.

Na verdade o que aconteceu foi que, por um dia, o espírito do Chico e o de um menino rico da cidade grande trocaram de corpo e viveram em realidades trocadas. Ou seja, o garoto rico está no corpo do Chico, e o Chico está no corpo do menino rico. Por um dia, o garoto rico passa a conviver com os pais do Chico no sítio e eles mostram ao menino a rotina do sítio, sem mordomias de geleia e "cornflakes" no café da manhã, banho com água encanada, ônibus pra ir pra escola, etc.

Aí depois de um dia cheio, com direito de até pegar inchada no roçado, ele vai dormir. No final, já no dia seguinte, tudo volta ao normal: o Chico volta a falar acaipirado como antes dizendo que teve um sonho maluco em que estava num casarão rico e ao mesmo tempo a mãe pensa: "Quem qué qui tenha sido, foi bão ter tratado ele como fio! Ele parecia tão percisado!"

Essa troca de corpos foi feita para ajudar o menino rico a dar valor às coisas simples da vida, já que dá pra entender que ele só dá valor aos bens materiais. Sendo que em nenhum momento da história aparece o Chico na casa do menino em que trocou o corpo.










Não fica claro se realmente aconteceu ou se foi um sonho do Chico, fica a dúvida se foi realmente uma "realidade paralela" que ele viveu por um dia ou não. O Maurício adorava fazer histórias assim que do nada acontecia algo e no outro dia voltava ao normal como se nada tivesse acontecido ficando a cargo do leitor a interpretar e tirar suas próprias conclusões se aquilo aconteceu ou não. Algo semelhante aconteceu também em Mônica nº 3 (Ed. Abril, 1970) na história "Quem tem medo da mini-Mônica" em que a Mônica acorda em forma de miniatura do nada e no dia seguinte volta ao normal, ficando a dúvida se ela encolheu de verdade ou não.

E muitas histórias do Chico Bento em 1985 têm esses temas sérios, com lição de moral, às vezes até emocionantes. Aliás, nem eram só do Chico, os outros personagens também tinham, mas do Chico eram mais frequentes.

Quando criança eu também não gostava muito de histórias sérias assim. Na verdade, nem entendia direito. Sempre achei que gibi é pra diversão, ter apenas histórias que fazem a gente rir, mas agora eu entendi que esse Gibis não foram feitos apenas para lermos quando criança, mas também depois de adultos. Isso é simplesmente genial, os Gibis são atemporais. Quer dizer, os da décadas passadas né, porque os de hoje acho que são somente ao público infantil mesmo, não fica nenhuma historinha que vc só vai entender depois de adulto.

Enfim, uma história do Chico Bento bem interessante e profunda,  um clássico. Foi republicada no Almanaque do Chico Bento Nº 31 (Ed. Globo, 1995)



Capa Almanaque do Chico Bento Nº 31 (Ed. Globo, 1995)

E ai  gostaram dessa história do Chico bento ? Deixe um cometário, isso ajuda muito o nosso blog !



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sábado, 25 de junho de 2022

Sinopse: Hoje eu trago uma ótima história sobre festa junina com a turma toda, em que a Mônica quis descobrir com quem ela iria se casar. Historinha com 11 páginas, foi publicada originalmente na revista da Mônica na década de 80.

💬 Publicada originalmente na revista da Mônica:
💬 n° 158  
💬 Editora abril, ano de 1983.


Capa de 'Mônica nº 158' (Ed. Abril, 1983

Anos depois foi republicada no "Almanacão" de férias n° 7 pela editora globo no ano de 1990.


Capa do 'Almanacão de Férias Nº 7' (Ed. Globo, 1990)










Sem dúvida, uma história sensacional mostrando uma típica Festa Junina e envolvendo simpatia popular e plano infalível. Mostra os meninos fofoqueiros e também com a intenção de chantagear a Mônica e se tornarem donos da rua se descobrissem de quem a Mônica gostava, mas o feitiço virou contra o feiticeiro e eram os nomes deles que estavam nos papeizinhos.

Normalmente a Mônica é boba nos planos infalíveis, acreditando em tudo, até o Cascão estragar tudo, mas nessa história fica a dúvida se a Mônica sabia ou não que eles desejavam os papeizinhos. Quem sabe, ela colocou os nomes deles de propósito e todo o jogo de sair e entrar no quarto também, só para despistar, já que ela viu os meninos tentando ouvir a conversa com a Magali ainda na festa. Então, fica a interpretação do leitor.

Essa história é politicamente incorreta por envolver crianças com simpatias e por isso não seria republicada novamente. Além disso, tem o absurdo dos meninos andando em fogueira, sendo queimados e nada de grave aconteceu com eles. É engraçado e faz toda a diferença, só que também inadmissível para os padrões atuais, infelizmente.


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quinta-feira, 23 de junho de 2022

Sinopse: Magali tinha o seu lado egoísta quando se tratava de comida. Para não dividir comida com os seus amigos era capaz de tudo e muitas vezes se dava mal por isso. Nessa tirinha, ao avistar o Cebolinha ela trata de  tomar o sorvete todo de uma vez só para não dividir pra variar rs... Mas não deu muito certo.

Tirinha publicada originalmente na revista:
💬 Magali, n° 11  
💬 Editora Globo, ano de 1989.


Muita gente não gosta desse jeito da Magali, tem um certo " mimimi" em torno disso, mas eu particularmente sempre gostei dessa característica dela de ser egoísta, trapacear, enganar os seus amigos só para ter comida. Era muito legal e sempre tinha situações divertidas.

E ai qual a opinião de vocês ?

quarta-feira, 22 de junho de 2022

Sinopse: Nessa tirinha, o Chico ganha um presente de um menino, mas pelo que parece ele não sabe bem como e porque usar haha... Publicada no Almanaque do Chico Bento na década de 90. 

Foi publicada no Almanaque do:
💬 Chico Bento, N°194.  
💬 Editora Globo, ano de 1994.


É muito engraçado, o Chico interpretar que quem precisa de um relógio é o galo, como se ele  soubesse e precisasse ver as horas haha... Isso também demostra como a cultura de algumas pessoas no interior, se baseia em acordar quando o galo " canta ". Só de imaginar já dá pra sentir o cheirinho de café e da broa de milho ! 



terça-feira, 21 de junho de 2022

Sinopse: Nessa tirinha, Cascão lê um livro debaixo de uma nuvem, causando estranheza no Cebolinha, mas Cascão o tranquiliza dizendo que aquilo não era nuvem de chuva, era apenas poluição e não tinha perigo. Publicada na revista do Cascão na década de 80. 


Tirinha publicada em 'Cascão Nº 25' (Ed. Globo, 1987).

Para o Cascão, poluição era coisa boa, problema seria nuvem de chuva para ele se molhar. Impublicável nas revistas de hoje pela apologia dele à sujeira e poluição.

E ai qual a opinião de vocês ?

segunda-feira, 20 de junho de 2022

Rolo: HQ "Antes só..."

Sinopse: Mostro uma história em que o Rolo tentou ficar com uma garota em uma festa, para não sair de lá sozinho, mas não aconteceu bem como que ele queria. Com 5 páginas, foi publicada na revista do Cebolinha, no final da década de 80. 


Foi publicada na revista do:
💬 Cebolinha, N° 31.  
💬 Editora Globo, ano de 1989.
💬 5 páginas.


Capa: Cebolinha Nº 31 (Ed. Globo, 1989).





Eram bem criativas as paródias dos famosos feitas pelo roteiristas. Na tentativa de "pegar" a Creuza, ele cita os nomes das famosas parodiadas; foram Luísa Brunet, Magda Cotrofe, Claudia Raia, Luma de Oliveira.  Só mulherão que eram símbolos nos anos 1980, coincidentemente todas posaram na revista "Playboy" nos últimos anos, Até então e muitos delas passaram a ser famosas depois de posarem nuas.


História engraçada com o Rolo querendo conquistar uma garota na festa após passar a fossa do seu último namoro. Não teve sucesso nas investidas com elas e acabou parando no hospital ao levar surra do noivo de uma delas. 
Não conseguiu pegar ninguém, mas cumpriu a promessa de não sair da festa sozinho, em vez de sair da festa com uma garota, saiu na companhia de 3 enfermeiros para o hospital após ter sido surrado. hahahaha coitado.

Cascão em: "Pobre menino da lata"

Mostro uma história em que dois caras de um programa sensacionalista de televisão pensam que o Cascão morava na lata de lixo e levam a lata ...